Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 04/10/2018
De acordo com o site “acidadeon”, cerca de 14,5% das mulheres que se tornaram mães no Estado de São Paulo no ano de 2014 eram adolescentes com dezenove anos, porém, não é algo recorrente somente naquele lugar, mas sim em todo País. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro, que dentre eles tem-se a falta de informação em consonância com o casamento infantil que ainda é comum no século XXI.
É bastante verídico que à ausência de orientação dos jovens em saber como se prevenir é um dos principais motivos da tal evidência desse problema. Muitos que fazem parte dessa juventude se preocupam com as DST (doenças sexualmente transmissíveis) mas se esquecem que correm o risco de engravidar, mas por conta da falta de maturidade para serem mães chegam até o ponto de abortar.
Faz-se mister, ainda, salientar o casamento de adolescentes como um impulsionador do problema. Infelizmente, muitas meninas acabam abrindo mão da fase da adolescência para logo cedo casarem, boa parte das vezes com homens bem mais velhos, acabam engravidando, precocemente viram mulheres e, consequentemente, precisam dar uma pausa nos estudos para cuidar dos filhos.
É evidente que, portanto, medidas podem ser tomadas para que esse problema seja resolvido em grande parcela. O governo pode implantar em escolas palestras e rodas de conversa sobre tal assunto e sobre a prevenção com ajuda de educadores sexuais para que as adolescentes sejam conscientizadas sobre o tema. Além disso, a família pode exercer o seu papel conversando e orientando às jovens sobre o meio de prevenção, sobre o que o governo já disponibiliza para prevenir que tal fato seja ocorrido. Dessa forma, a gravidez na adolescência deixaria de ser algo tão comum no Brasil.