Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 01/10/2018
Decretado pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à educação,informação e ao bem-estar social.Conquanto, a gestação na adolescência impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática.Diante dessa perspectiva,cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.
A educação é o fator determinante no desenvolvimento de um país.No cenário atual,ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente.Contudo,a realidade é justamente a oposta e o resultado desse contraste é claramente refletido na vida de mães jovens.De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada(Ipea),76% das adolescentes abandona as escolas,consequentemente,aumenta-se o índice de mulheres sem o conhecimento básico.
Além disso,ainda,vale salientar que a ausência de uma comunicação direta com os jovens impulsiona o problema.Segundo Zygmunt Bauman,sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais é a característica da “modernidade liquida” vivida no século XXI.Diante de tal contexto,a cultura do “sexo sem compromisso” é crescentemente comum na sociedade brasileira.
Dessa forma, são necessárias medidas para atenuar a gravidez precoce.Faz-se essencial que o Ministério da Educação criem métodos de estudo que facilite a vida estudantil de grávidas,por meio de aplicativos celulares que disponibilizam cronogramas escolares e vídeo aulas,assim as adolescente poderão estudar em casa.Ademais,é relevante que as mídias televisivas juntamente ao Ministério da Saúde elaborem propagandas informativas, por meio de pequenos relatos de jovens que passaram por a experiência da gravidez na adolescência , em prol de incentivar a necessidade de prevenir-se e a conscientização da realidade enfrentada.Sendo assim, o país conseguirá minimizar a problemática.