Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 16/10/2018
Seja pela falta de diálogo ou informações sobre o tema, o índice de adolescentes que engravidam no Brasil permanece auto. Segundo, a Organização Mundial de Saúde o Brasil possui uma média maior que seus vizinhos. De certo, essa dado evidencia o grave problema de saúde pública e educacional, pelo qual o país passa. Portanto, é necessário um engajamento entre Estado e sociedade para solucionar esse problema.
Primeiramente, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, revela que 76% das adolescentes que engravidam abandonam a escola. Por consequência, desse fato essas meninas estão em uma situação de vulnerabilidade, pois as oportunidades de trabalho estarão restritas a baixa escolaridade dessas meninas. Logo, torna-se evidente que esse problema da gravidez na adolescência contribui para uma maior desigualdade de renda.
Além disso, muitas dessas meninas estão em um relacionamento abusivo, em que o parceiro não aceita que a sua parceira use algum método contraceptivo. Dessa forma, essas meninas além de estarem sujeitas a uma gravidez indesejada, também estarão mais expostas a doenças sexualmente transmissíveis, como o HPV, que pode causar câncer no colo do útero. De certo, torna-se evidente que esse problema é de saúde pública, mas também de violência de gênero.
Por tudo isso, Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Cultura, deve através de peças teatrais informar os alunos sobre os métodos contraceptivos existentes, assim levando a conscientização dos alunos, pois a cultura tem um poder transformador. Paralelamente, o Governo deve, através de assistentes sociais e programas sociais fornecer auxilio psicológico e financeiro para as meninas que engravidam na adolescência, para que elas não desistam da escola.