Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 31/08/2018
Com a Revolução Francesa, no século XVIII, o mundo entendeu que uma sociedade só avança quando um se comove com o problema do outro. Contudo, quando se observa a gravidez na adolescência em evidência, no Brasil, nota-se que esse ideal revolucionário é corrompido e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, seja por fatores educacionais, seja por fatores sociais.
A princípio, deve-se frisar que a escola exerce um papel negativo na questão da prevenção da gravidez juvenil. Segundo Pitágoras, “Eduquem as crianças e não será necessário punir os adultos. Nessa lógica, vê-se que, os brasileiros são punidos pelo seu sistema educacional, visto que, apesar da escola ser componente fundamental na formação do cidadão, percebe-se que a prevenção sexual não é pauta do MEC (Ministério da Educação). Com isso, o assunto não é problematizado nas escolas e perpetua-se o problema.
Ademais, destaca-se a negligencia social como fomentadora do problema. Apesar da sociedade ter evoluído, as relações entre pais e filhos, muitas vezes, são medievais quando o assunto é sexo. Haja vista que, pais conservadores evitam falar sobre sexo com os filhos com medo de estimular o ato sexual. Prova disso é que somente 25% dos pais falam sobre coito com os filhos, segundo o UOL. Por conseguinte, os jovens ficam vulneráveis ao sexo inseguro e a uma gravidez indesejada.
É evidente, portanto, que ainda há entraves para reduzir o número de gravidez entre os jovens. Destarte, cabe ao Ministério da Educação instituir palestras em escolas, com médicos, com o fito de conscientizar os jovens sobre sexo e prevenção para que a haja a redução da gravidez indesejada. Do mesmo modo, a mídia, deve propagar, por meio de séries e novelas, a importância da educação sexual em casa, com o fito de incentivar pais a falarem sobre sexo com os seus filhos para que haja a devida informação entre os jovens e esses não fiquem desinformados e cometam atos sexuais desprotegidos.