Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 28/07/2018
De um lado, jovens com um certo poder financeiro, que são orientadas sobre os problemas de uma gravidez precoce, também, sobre as doenças sexualmente transmissíveis, pelos pais. Do outro, jovens de baixa renda que muitas vezes não contam nem com a presença dos pais, acreditam que não correm o risco de engravidar.
Esse tipo de problema, apresenta elevado índice no Brasil perdendo apenas para à África Subsaariana. Bem como, o parto é responsável pela segunda maior causa de morte entre jovens de 15 a 24 anos, muitas das vezes, essa gravidez vem como consequência de um casamento infantil, um estupro, ou, pós festa onde o menino dá um " boa noite Cinderela" para a menina com o intuito de que o ato sexual aconteça, quando isso ocorre com a mesma, e, ela apresenta uma certa ideia sobre a gravidade do problema apelam para a contracepção de emergência. Pesquisas apontam, que mais da metade dos jovens chegam ao final do ensino médio, já tendo, uma vida sexual ativa.
Só para exemplificar, há o equívoco na rede de ensino no país, que só se faz necessário mostrar informações sobre doenças transmitidas sexualmente, esquecendo de apresentar as mesmas sobre o perigo de uma gravidez precoce e os métodos para preveni - la.
Em síntese, faz se necessário que haja a criação de leis que proíba o casamento infantil, projetos para incluir a jovem no mercado de trabalho ou sociedade,campanhas preventivas que mostram a realidade de adolescentes que foram pais precocemente , para outros adolescentes e tentar diminuir o número de abortos realizados pelas mesmas.