Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 19/07/2018
A frase “Antes do durante, pense no depois. Use camisinha.” dita pelo médico, Drauzio Varella, deixa evidente a relação acerca da problemática da gravidez na adolescência na contemporaneidade. Outrossim, a falta de informação, em contrate à herança cultural provinciana, advinda do Brasil Colonial, ocasiona o agravamento da situação, uma vez que, acarreta em um grave problema de saúde pública, e, portanto, prejudica o bem estar da sociedade.
Primeiramente, vale ressaltar que, o Brasil possui um repertório sócio-histórico de gravidez precoce, visto que, desde o período de Colonização do Brasil, havia-se a cultura, advinda da Europa, de que a mulher teria que constituir família o quanto antes, e desta forma, não possuía o acesso a uma formação educacional. É perceptível o legado deixado por tal situação, visto que, é comum ver garotas e adolescentes abandonando os estudos, em prol de uma gravidez antecipada, e assim, de maneira errônea, constituem família, tal como as mulheres do Brasil Colônia.
Ademais, a consequência da questão é alarmante, pois, como a mulher só alcança condições ideias de gravidez por volta dos 25 anos, a gestação precoce tende a ocasionar sérios problemas de saúde, como a morte materna e a morte cerebral do feto. Além disso, dados do Hospital das Clinicas, em São Paulo, divulgados em Janeiro de 2015 pela revista britânica “Science”, mostra que cerca de 35% das jovens que têm uma gravidez imatura, sofrerão de algum tipo de doença mental no futuro, ou seja, caracteriza-se uma problemática de consequências longinquas.
Destarte, em razão disso, é preciso estabelecer uma parceria entre o MEC e escolas, para implementar na grade curricular educacional a disciplina de educação sexual, com aulas ministradas por pedagogos e profissionais de saúde, cujo conscientizarão crianças e jovens acerca da importância em prevenir a gravidez na adolescência. Desta forma, será possível garantir o bem estar populacional na sociedade.