Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 09/07/2018
Para a Organização das Nações Unidas, a adolescência inicia-se no período de vida dos 10 anos e conclui aos 19 anos. Hodiernamente, apesar de existirem métodos contraceptivos eficazes, a gravidez na adolescência não é novidade na história de vida das mulheres, tendo em vista não só a epidemia de adolescentes grávidas como também o pensamento de que jamais irá acontecer com ela.
Tanto engravidam as adolescentes pobres, quanto as ricas, porém levado de forma diferente. No que se refere às jovens de classe alta, sabe-se que essas contam mais com a possibilidade de interromper a gravidez, se quiserem, o que não acontece com as de classe social menos favorecida para as quais a gravidez pode até significar uma forma de ascensão social, já que muitas vezes seus companheiros possuem nível socioeconômico um pouco melhor que o delas.
Não é a desinformação que acarreta a gravidez na adolescência, visto que segundo pesquisas indicarem que 92% das meninas conhecerem pelo menos uso de preservativos. Certas atitudes dos adolescentes como, imediatismo e a onipotência são características sejam fatores que justificam os grandes números de casos.
Desse modo, é fundamental garantir o acesso de adolescentes e jovens à informação correta e em linguagem adequada sobre os seus direitos, incluindo o direito à saúde sexual e reprodutiva, bem como o acesso à educação integral em sexualidade a partir de aulas práticas na escola. Logo, a gravidez precocemente indesejada será diminuída com acesso à informação.