Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 09/07/2018
A gravidez na adolescência, consiste em jovens entre 15 a 19 anos que realizam atos sexuais sem preservativos ou pílulas causando assim a gravidez. Além disso, segundo dados preliminares do Sinasc a gestação na adolescência obteve uma queda de 17% no Brasil, porém o número ainda continua expressivo,visto que, 20% dos nascimentos ocorridos são de mães de 19 anos ou menos.
Frequentemente, a gravidez atinge meninas que moram em periferias,ou seja, jovens que não possuem conhecimento sobre o uso adequado de preservativos e remédios que restringem gravidez, deixando-as sem amparo social e sujeitas a desenvolverem problemas de saúde ao longo da vida adulta. Além das taxas de mortalidade ligado aos partos,uma vez que, foram registrados quase 2 mil mortes em 2014 relacionadas com a gestação e pós-parto.
A gestação precoce na adolescência acarreta em várias consequências, como por exemplo diminuição da auto-estima da grávida,risco de depressão,abandono do estudo,rejeição da jovem pela sociedade e problemas afetivos entre a mãe e o bebê. Dessa forma, é notório a dimensão do problema político, social e econômico quando se trata da gravidez precoce.
Contudo,todos os problemas pautados é decorrente da falta de informação. Dessa maneira, é importante a inclusão social de jovens das periferias em palestras socioeducativas, com o intuito de informarem sobre a gravidez e as formas de prevenção e o Ministério da Saúde promover campanhas sobre o uso de métodos contraceptivos para prevenção de gravidez e de doenças sexualmente transmissíveis, com o objetivo de protegerem jovens sem amparo social.