Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 09/07/2018

Sabe-se que grande parcela da sociedade na adolescência não têm o hábito de visitar profissionais da área de saúde para prevenir-se, atualmente, no Brasil. Entretanto, existem fatores compreensíveis que permitem entender problemas gerados pela ausência de consultas, uma vez que a gravidez entre os adolescentes torna-se mais frequente. A partir de tal constatação, verifica-se um aumento significativo de problemas relacionados a doenças sexualmente transmissíveis. Com toda certeza, é preciso que as adversidades geradas pela falta de procura dos profissionais sejam explicadas, como também os problemas de saúde que podem acarretar, objetivando a reversão de tal realidade no Brasil.

Dentro dessa ótica, pode-se afirmar que parte dos adolescentes não sabem os problemas presentes na gravidez na adolescência. Observa-se, por meio do médico Drauzio Varella, que enfrenta-se atualmente uma epidemia de gravidezes em adolescentes e a gravidez na adolescência é considerada de alto risco. Deste modo, pode ser considerado como uma consequência da abstenção do Estado, uma vez que torna-se pouco divulgado, possivelmente, poderá gerar maior incidência de gravidez. Em suma, facilita a ocorrência de meninas tornarem-se mães de forma precoce e irregular, tendo em vista que não sabem dos problemas e não são incentivadas a preocupar-se com a saúde.

É preciso destacar que, com o aumento da gravidez irregular, torna-se evidente a aparição dos problemas de saúde, o que desencadeia um desequilíbrio na saúde no Brasil. Eles surgem diretamente do descuidado diário com o ato sexual, de tal modo, como o sociólogo Zygmunt Bauman expõe a ideia de que hoje o prazer imediato e o pouco cuidado com o futuro têm sido prioridade na vida do indivíduo brasileiro. Em consequência, propicia-se uma sociedade com problemas de saúde como aids e hepatite B, que afeta o psicológico diretamente, tornando-se um ser frustrado. Acresce que para o Estado no futuro, possivelmente, irá precisar prestar maior auxílios, logo é necessário ações que objetivem a diminuição de pessoas que fazem sexo sem proteção e conscientização da população é fundamental.

Portando, para solucionar o problema é necessário não só conscientizar a sociedade em buscar médicos, como também incentivar a utilização de preservativos no ato sexual, sendo fortes impulsionadores para o combate da gravidez na adolescência no Brasil. É fundamental que o Estado atue por meio do Ministério da Educação e Ministério da Saúde com a realização de campanhas de divulgações com professores e médicos em escolas e bairros. Desse modo, disponibilizar profissionais preparados para explicar sobre essa prática contraindicada e suas consequências na saúde, assim como criar projetos de lei mais eficazes para educação sexual nas escolas. Tais ações têm a finalidade de garantir a erradicação da epidemia da gravidez em crianças no Brasil.