Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 05/07/2018

De acordo com a OMS, o Brasil tem a maior taxa de gravidez na adolescência da América Latina. Analogamente, a gravidez na adolescência passou ser considerada um grande problema atual, já que configura um grande desafio mundial. Nesse contexto, a omissão do governo e falta de consciência dos adolescentes são fatores que corroboram tal problemática e precisam ser erradicados.

Primeiramente, tem-se o governo omisso como fator determinante à manutenção desse impasse. Isso ocorre porque há muitas campanhas, nas escolas e meios de comunicação, que falam sobre prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, mas quase não se fala nos perigos de uma gravidez precoce para meninas e meninos.O índice brasileiro está acima da média latino-americana, estimada em 65,5. No mundo, a média é de 46 nascimentos a cada mil. Logo, nota-se a ineficiência estatal que precisa ser combatida.

Além da negligência do poder público, há também a falta de percepção de pais e adolescentes.que possibilita o recrudescimento dessa adversidade.A mortalidade materna é uma das principais causas da morte entre adolescentes e jovens de 15 a 24 anos na região das Américas. Além disso,  há muito preconceito entre jovens mães solteiras. Conforme disse Focault, " O olhar que você vê é o olhar que domina", portanto, é fundamental mudar, antes de mais nada, a discriminação com mães adolescentes e apoiá-las.

É notório que  a gravidez na adolescência no Brasil encontra desafios que precisam ser extinguidos. Então, o Ministério da Saúde deve ampliar a informação sobre se prevenir de uma gravidez não planejada, através as escolas e rede sociais. Meninas que engravidaram cedo poderiam ir às escolas e falar sobre suas dificuldades, conversar com jovens garotas, como também meninos que foram pais cedo poderiam fazer o mesmo. Assim, podemos ter uma redução bastante significativa sobre o problema.