Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 08/07/2018
O Brasil enfrenta diversos problemas o âmbito da saúde pública, na qual se deve ser viabilizada por ações do Estado, mas as falhas que permeiam o sistema afetam milhares de indivíduos, entre eles jovens que engravidam precocemente. Segundo o Fundo de População das Nações Unidas o Brasil apresenta a sétima maior taxa de gravidez na adolescência na América do Sul. Nesse contexto, a instabilidade do meio gera maior vulnerabilidade, em que, infelizmente, acentua a desigualdade no país. Além disso, os modos intitulados para educação sexual dos jovens encontram-se empecilhos para abrangência, pois existe a presença de um conservacionismo e metodologia erronia.
A gravidez precoce ocorre por inúmeras causas, em que sua maioria perpetua a desigualdade nas questões sociais. Conforme o Ministério da Saúde, atualmente as áreas do nordeste e Sudeste apresentam elevadas taxas sobre tal. Embora que todos tenham conhecimento sobre métodos conceptivos pelo fato de diversas publicações em meio de comunicação, fica em indagação: por que distintos jovens não possuem uma perceptiva para o futuro? A educação e saúde precária corroboram para essa ocorrência, quando não é promovida qualidade em ambos se promove a fragilidade física e psicológica, concebendo pensamentos de aceitação, que se podem comparar com uma passagem do livro Vidas Secas de Graciliano Ramos, em que um dos filhos de Fabiano deseja ser como ele, no entanto a família vive em situação de miséria, ou seja, o jovem acredita que não possui outra possibilidade de vivência e se convence que é a única é ser como o pai.
Com base nisso, a prevenção ocorre com a educação escolar aliada a familiar, porém o modo de ensino contém falhas. Infelizmente, nem todos os colégios promovem conversas sobre, e as que contêm isso utilizam uma metodologia generalizada com aspectos de conservacionismo. Na medida em que se se promove tais conversas na maioria a presença das proibições diminui a afetividade de tais, pois é utilizadas uma linguagem crítica, ao invés de educadora. Contudo, a tolerância é essencial para se tiver maior abrangência do público alvo, convém ressaltar que não basta falas apenas sobre métodos conceptivos, dado que a maioria já possuem conhecimento, e sim ampliar os horizontes de uma vida social e profissional.
Diante do cenário é necessário compreender, portanto que, a saúde dessas jovens depende de ações governamentais e familiares. Em razão disso, o Poder Executivo não só deve ampliar os investimentos no Ministério da Saúde, assim gerara melhorias nas áreas menos beneficiados do país, como também ampliar os meios do Ministério da Educação que poderá gerenciar cursos para os profissionais na esfera da educação sexual, a fim de promover debates para pais e alunos.