Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 28/06/2018

A gravidez precoce, no Brasil, já existe há bastante tempo. Antigamente, nos idos de 1900, a visão de uma menina de 15 anos, grávida, era comum aos costumes daquele tempo. Ao decorrer dos anos, várias mudanças ocorreram na cultura da sociedade, no entanto, ainda hoje, é possível vermos uma jovem de 15 anos grávida.

Dessarte, tem de se observar os principais motivos detrás da problemática, gravidez na adolescência. O assunto da preservação nas relações sexuais dos filhos não é um assunto abordado pelos pais. Isso sucede de uma falta de intimidade entre pais e filhos, na qual, os filhos, não partilham com os pais as situações que estão dando-se em suas vidas, desnorteando os familiares a que momento eles deveriam tratar do assunto. Este caso pode ser observado, por exemplo, quando uma jovem anuncia a gravidez a sua família, que se pergunta “Como isso aconteceu? Você não namora e nunca sai de casa”, evidenciando a falta de diálogo na relação pai e filho. Contudo, a pesquisadora Susan Sheridan, defende que para criar um vínculo familiar, os pais precisam ser menos rígidos, para que os filhos possam fiar-se em dialogar com eles.

Outrossim, vê-se, ainda, que o uso de contraceptivos não sobrevém da maneira adequada. Isso advém, algumas vezes, pelo receio da menina, de solicitar aos pais ou ao posto de saúde, preservativos ou anticoncepcionais; Já os meninos, na maioria das vezes, não são responsáveis, não pensam nas consequências e terminam não assumindo a paternidade.

Torna-se evidente, logo, que devem ser encontrados meios para a resolução dessa problemática. Assim sendo, o Ministério da Saúde, em união com a ação familiar, deve promover ainda mais nos postos de saúde, campanhas de uso de preservativos, quebrando a barreira do constrangimento, ora, a família deve criar uma relação de confiança com os filhos, estando abertos a dialogar sobre diversos assuntos, de modo, que eles não precisem por medo esconder situações de seus pais.