Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 02/07/2018
O filme “Juno” narra a história de uma jovem que engravidou precocemente aos 16 anos e, por conta disso ela passou por um período difícil em sua vida no qual teve que decidir qual seria o destino do bebê. Já fora das telas, a gravidez na adolescência é uma realidade no Brasil visto que as taxas de fertilidade entre jovens no país está acima da média latino americana.
Em primeiro lugar, é importante saber que de acordo com a OMS, a cada mil jovens no Brasil 68 estão gestantes. Além disso, segundo o Ministério da Saúde, os índices de gravidez na adolescência são maiores em famílias de baixa renda e que habitam em zonas rurais ou em locais periféricos. E, isso mostra que, apesar de o Brasil ter avançado nessa questão social durante as últimas décadas afim de diminuir as taxas de gravidez entre jovens, a gravidez precoce ainda pendura no país causando transtorno na vida de muitos jovens.
Em uma segunda análise, vale-se lembrar que com o avanço da medicina e da tecnologia durante a Segunda Guerra Mundial, foi possível desenvolver métodos contraceptivos como o anticoncepcional. No entanto, de acordo com a doutora Philippa Gordon os jovens recebem pouca informação acerca de prevenir uma gravidez, acarretando em uma carência de conhecimentos indispensáveis na vida da população juvenil.
Diante dessa problemática, fica evidente a necessidade de amparar populações mais afastadas, e para isso o governo federal junto ao MEC poderá criar oficinas nas quais ocorreram aulas de teatro, música, dança, pintura, além de aulas de educação sexual com enfase em prevenção de gravidez com intuito de proporcionar uma melhor qualidade de vida aos jovens dessas regiões além de diminuir as taxas de fertilidade entre adolescentes. E também, o MEC deverá capacitar professores para ensinar de maneira eficaz aos alunos de todas as escolas a prevenção da gravidez, afim de tornar os jovens capazes de se prevenirem. E, segundo Martin Luther King “Toda hora é hora de fazer o que é certo”, sendo assim, o Brasil deve cuidar de seus jovens.