Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 19/06/2018
No limiar do século XXI, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), o Brasil tem como acima da média latino-americana a gravidez na adolescência - a cada mil adolescentes brasileiras entre 15 e 19 anos, 68,4 ficam grávidas. É notório, todavia, que não pode-se afirmar que tal fato tenha ligação direta com a falta de informação por parte dos jovens.
É primordial ressaltar que, essa questão, apesar de ocorrer em grupos diferentes, abserva-se ocorrendo com maior frequência em pessoas de baixo status econômico. Desse modo, essas meninas que engravidam precocemente não conseguem ter bons atendimentos de saúde, o que pode ser prejudicial a ela e ao bebê; outras, até mesmo, engravidam, novamente, logo após o primeiro parto; tanto o menino quanto a menina acabam tendo o futuro prejudicado por deixarem de frequentar a escola, para trabalhar e cuidar do filho.
Cabe reconhecer, no entanto, que, não pode-se dizer que isso ocorra por falta de informe. Uma vez que, no contexto social vigente, esse assunto já é abordado de forma mais branda. Além disso, o acesso à essas informações é maior - seja por meio da internet, novelas, filmes, revistas jornais, ou até mesmo nas escolas esse tema é tratado. Nesse sentido, é inegável que, os jovens conheçam os métodos preservativos e as consequências ocasionadas pelo mau ou não uso dos mesmos, ainda assim, por questões pessoais, financeiras ou de conforto, optam por não usar.
Evidencia-se, portanto, que os jovens são os únicos que podem reverter de fato essa problemática, já que eles têm entendimento sobre as formas de prevenção. É imprescindível que eles adotem o uso de preservativos e contraceptivos de forma correta, a fim de prevenir uma gestação indesejada, que possa vir à atrapalhar sua vida escolar ou planos futuros. Dessa forma, cabe ao poder público também, fornecer esses métodos para a população. Com isso, se conseguirá diminuir o índice de gravidez adolescente no Brasil.