Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 29/05/2018

Adolescência. Fase conturbada em que podemos destacar muitos contratempos, entre eles, a gravidez precoce. Nesse período da vida, o acesso a internet de forma liberal e a obsessão para adquirir um “status” determinado por ter relações sexuais faz com que esse fato ocorra com certa frequência.

Sabe-se que a vida online tem muitos privilégios, ajuda nos estudos e forma opiniões. Porém, é notório que existam prejuízos, o conteúdo distribuído de forma errônea aos menores de idade e sites com conteúdo erótico sendo geralmente muito fáceis de encontrar fazem com que o desejo dos jovens fiquem a flor da pele, procurando o prazer, na maioria das vezes, sem proteção adequada para prevenção da gravidez e DST’s.       Além disso, nessa faixa-etária, entre 12 a 17 anos, uma das coisas que mais importa é o “status”, se vangloriar por algo que fez se torna natural e na maioria das vezes admirado, logo, a pressão de si mesmo e dos colegas por obter essa gloria é a alarmante. Por conta disso à vida sexual se torna ativa antes da idade adequada, faltando para estes, conhecimento e responsabilidades sobre seus atos e suas consequências.

Desse modo, conseguimos ver claramente que a conscientização dos jovens seria o caminho para a diminuição desses casos. O Ministério da Educação, em parceria com as escolas e professores, deveriam providenciar projetos para alertar que a sua saúde e futuro importa mais do que um “status” ou prazer momentâneo e conversar sobre seu empoderamento para que não procurem solução para a falta dele em lugares errados. E os pais deveriam ser mais rigorosos com o uso da internet, assegurando-se sobre suas pesquisas e interesses, pois a educação não depende só da escola.