Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 21/05/2018
Ter um filho é uma das maiores virtudes que o indivíduo pode ter, porém, desde que esse evento ocorra na fase adulta. No entanto muitos homens e mulheres estão adiando esse processo do ciclo de vida, tento estão, uma gravidez precoce, logo na adolescência. Visto que o privilégio de ser chamado de mãe ou pai exige um imensa responsabilidade e também maturidade.
A gravidez na adolescência já é um problema antigo e que até hoje nunca se buscou uma solução, muito pelo contrário, só tem aumentado os casos de gravidez precoce, devido a forte opressão da mídia sobre essa temática. Como por exemplo, em filmes, séries e novelas infanto-juvenis que incentivado bastante a prática do sexo. Assim também, as músicas atuais como funk que envolve muito a sexualidade em que até crianças fazem uso desse estilo musical e que de certa forma estimula o ato sexual. Ademais, outro fator que contribui fortemente para uma vida ativa sexualmete, são os materiais pornográficos em que muitos adolescêntes têm acesso.
O Brasil é um dos países que tem os maiores níveis de pessoas grávidas na adolescêsncia, segundo dados estatísticos de 2010 á 2015 foram cerca de 68,4 mil partos de meninas entre 15 e 19 anos. Ainda mais, em 2014 só em São Paulo foram mais de 90 mil casos e 3.464 deles as mães tinhas menos de 15 anos. Por consequência, muitas acabam levando uma vida totalmente diferente da que vivia antes, como um adolescente comum, prejudicando não somente a sua escolaridade e sua carreira profissional, como também, a saúde e bem estar. Desse modo, a menina passa a ter responsabilidades como mãe sem ter muita maturidade, interferindo de alguma maneira o desenvolvimento da criança como na educação e outras necessidades e muitas dessas crianças são abandonadas de forma indireta ou direta.
Portanto, é diante desses fatos apresentados, que devem ser tomadas mudanças cabíveis para a reversão do quadro assustador de gravidez precoce. E para isso e necessário que o governo tomem medidas imediatas, elaborando campanhas nacionais em escolas postos de saúde e na mídias levantondo o temas sobre a prenvensão e as consequências desses riscos de engravidar. Porque gerar e criar uma vida não é brincar de boneca e nem é uma tarefa para adolescentes, mas sim para quem está preparado e ciente do quão sério que é.