Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 21/05/2018

Geração da gestação

Em um passado nem tão distante a gravidez entre os 12 e 19 anos não era vista como um problema. Na conjuntura atual a gravidez precoce foi evidenciada, em vista de muitos fatores que não ganhavam necessária atenção no passado. Entre esses fatores vale ressaltar doenças que podem comprometer a vida da criança assim como a da mãe, além de causar uma pressão social muito grande em cima das jovens-mães.

Sendo a informação uma ferramenta de evitar diversos problemas, esta nem sempre é garantida a todos. Muitos casos de gravidez durante a adolescência ocorrem devido ás condições em que as famílias vivem, o que não permite que tenham acesso as consequências de uma gravidez inesperada e muito menos condições de arcar com as dívidas geradas por um bebê. Já entre adolescentes que tem o acesso constante a informação, existe uma liberdade sexual muito maior e esse excesso junto com a irresponsabilidade leva a banalização de assuntos sérios como o sexo

A gravidez na adolescência gera problemas psicossociais muito sérios, que podem ser levados por toda a vida. Outros capazes de influenciar pontualmente, são os olhares e julgamentos recebidos durante toda a vida. Jovens largam as escolas, se prendem em casa e até saem da casa dos pais em vista da pressão imposta nessas adolescentes. Dessa forma a gravidez que era pra ser um momento especial na vida delas se torna um problema.

A fim de que menos adolescentes sejam submetidas a gestações precoces e assim alvo de julgamentos surgem atenuantes. É necessário que se resgate a importância da responsabilidade quando o assunto é sexo. As escolas como agentes responsáveis pela educação devem estar abertas a palestras que resgatem e insistam na valorização, importância e responsabilidade de uma relação sexual segura, sem DST’s e sem gravidezes perigosas em vista da idade das adolescentes. Dessa forma a informação seria veiculada de forma mais segura e direta, evitando que hajam desvios do que era pra ser dito. Cabe ao Ministério da Saúde promover campanhas contra DST’s que disponibilizem vacinas e preservativos e com ajuda do suporte midiático informar a população e solicitar ajuda e cooperação para que diminuam-se o número de adolescentes vivendo uma gravidez inesperada.