Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 19/05/2018
Desde o avanço da globalização, no século XX, permitiu que a medicina tivesse a consolidação de medidas preventivas e anticoncepcionais. Esse progresso tecnológico, ainda não é muito praticado pelos jovens na proteção sexual, contribuindo para a ascensão da gravidez na adolescência no Brasil. Perante a isso, esse panorama suscita dois dilemas: os impactos sofridos por aqueles que passam por essa situação e a falta de responsabilidade dos pais em não acompanhar a vida social dos seus filhos.
Em primeira análise, os jovens de hoje se sentem mais liberais em comandar as suas vidas, e isso pode levá-los a terem atitudes que prejudiquem a sua vida social, como a gravidez antecipada, já que conforme a pesquisa feita pela Organização Mundial da Saúde(OMS) estimou-se que o Brasil apresenta 69 nascimentos para cada 1 mil de meninas de 15 a 19 anos. As principais causas que levam a essa catástrofe é a atividade sexual precoce, influência de amigos e, principalmente, a falta de informação a respeito dos métodos contraceptivos. Consequentemente , cria-se um obstáculo para o desenvolvimento psicossocial, como se associa a resultados deficientes na saúde e a um maior risco de morte materna. Ademais, seus filhos têm mais risco de ter uma saúde mais frágil e cair na pobreza.
Além disso, outro fator relevante é a reduzida responsabilidade dos pais frente ao problema. Segundo o especialista Amaral Dutra " os pais precisam estar mais atentos e próximos de seus filhos", citação essa que não tem sido demonstrada nos dias atuais pelos responsáveis dos adolescentes, já que a maioria deles não se preocupam mais em conversar com as suas proles, e nem sequer acompanham comportamentos que possam ser característicos de gravidez .Os pais, em vez de criar uma relação íntima com seus filhos, optam em não dialogar sobre assuntos que envolvam medidas preventivas sexuais, o que contribui para o aumento da gravidez na adolescência brasileira.
Nessa perspectiva, portanto, devem ser criadas medidas paliativas para a amenização da gravidez na adolescência no Brasil. Para atenuar o problema, é preciso que o Estado, junto as Instituição de ensino, promovam cursos gratuitos aos pais de muitos adolescentes brasileiros relacionado aos assuntos de gravidez, por meio de debates preventivos de se lidar com os seus filhos, além de aplicarem campanhas de abrangência nacional junto às emissoras e redes sociais, incentivando aos jovens o uso de medidas preventivas nas relações sexuais, como a camisinha e anticoncepcionais, a fim de que esses recursos diminuam o número de gravidez entre os adolescentes do Brasil.