Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 16/05/2018

A educação e o conhecimento na formação do indivíduo

Desde as primeiras civilizações gregas e romanas, eram utilizados métodos contraceptivos, entretanto pouco eficazes. A Segunda Guerra Mundial proporcionou grande avanço no desenvolvimento científico e nas inovações tecnológicas, aumentando a eficiência dos métodos anticoncepcionais.

Segundo a OMS, nos últimos dez anos, de cada mil adolescentes, aproximadamente 70 tiveram filhos. O problema não é a falta de informação, o conflito está na transformação deste vetor em conhecimento, além do tabu, quanto ao sexo, enraizado no intelecto dos indivíduos. Por acarretar danos na saúde e no desenvolvimento social  da mãe, e futuramente no da criança, o Estado deve procurar medidas para sanar a situação.

Consoante o pensamento filosófico de Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Na sociedade brasileira, a evasão de jovens na escola, é de aproximadamente 20%, segundo o site de notícias da G1, além de menos 1% das escolas brasileiras terem infraestrutura ideal consideradas pelo CAQI. Sendo, portanto, problemáticas quanto a contenção e a conversão de informação em conhecimento.

Conforme a teoria do psicólogo Lev Vygotsky, os valores familiares são passados para as gerações seguintes. Deste modo, o tabu com o diálogo relacionado ao sexo dentro das famílias perece, cabendo ao meio externo subverter a realidade. Em um país onde a ciência é negligenciada, é possível observar a baixa transmissão da informação.

Visto a problemática da gravidez na adolescência, é necessário portanto, que o Estado busque disseminar a informação sobre os métodos contraceptivos com o auxílio das mídias, para que seja possível um maior alcance do conhecimento. É concebível também, criar campanhas de sensibilização. Deste modo, seria possível reduzir as taxas de gravidez na adolescência no Brasil.