Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 16/05/2018

Ainda se assiste a um constante número de adolescentes grávidas no Brasil. Isso é reflexo da ausência da educação sexual nas escolas, como também à falta de diálogo sobre o assunto no âmbito familiar. Para o líder ativista Nelson Mandela, todo problema deve ser enfrentado, e não ocultado. Por conseguinte, encontrar soluções para esse problema é indispensável para uma vida em sociedade harmônica e positiva.

A educação sexual não é vista com frequência em palestra nas escolas, quando há algo do gênero, preferem comentar sobre as DST’s. Por mais que haja uma infinidade de meios para a busca de informações, a ausência de uma conversação com profissionais sobre a gravidez precoce é deixada de lado, tornando-se um assunto esquecido no meio educacional.

Como supracitado a ausência de diálogo com os familiares alertando sobre os riscos e cuidados que devem ser tomados é um ponto chave para a maior ocorrência desse problema. A melhor idade para começar a tratar do assunto “gravidez” é a partir da puberdade, momento esse que os jovens passam a ficar mais curiosos quanto às mudanças que estão ocorrendo no corpo, esse diálogo deixaria os adolescentes mais seguros e com menos vergonha de se abrir para os pais.

Segundo o escritor Hermann Hesse, para todo problema surgido, deve haver o dobro de emprenho a fim de solucioná-lo. Portanto, para se resolver a questão da gravidez na adolescência , deve haver projetos de extensão universitária das faculdades de Medicina e Psicologia com ciclo de palestras livre à população sobre haver maior conversação sobre o assunto; devem, ainda, existir campanhas midiáticas com apoio do Ministério da Saúde sobre as consequências da gravidez precoce tanto para a gestante quanto para o feto.