Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 14/05/2018
Em meados do século XX, era comum jovens entre 13 a 18 anos estarem casadas e serem mães, devido a falta de contraceptivos e estabilidade financeira. Entretanto no Brasil, no século XXI, isso ainda é uma realidade, visto que adolescentes nessa mesma faixa etária encontram-se grávidas, porém com condições de vida inferiores, levando a evasão escolar e falta de apoio familiar
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o quarto país da América Latina com maior índice de gravidez na adolescência. Deste percentual grande parte das gestações não são planejadas e são indesejadas, o que pode acabar levando a procura por casas de aborto. Além disso, muitos jovens não recebem educação sexual nas escolas e orientação dos pais, por motivo de receio de falarem sobre o assunto.
As jovens gestantes brasileiras, frequentemente abandonam os estudos, em razão de não terem com quem deixarem o recém nascido para comparecerem as aulas, ademais muitas não dispõem de apoio familiar.
Em vista das condições de vida enfrentadas por adolescentes grávidas no Brasil, medidas são necessárias para resolver o impasse. Dessa forma, o Ministério da Educação (MEC) em parceria com a Fundação Osvaldo Cruz (FIOCRUZ), deve promover palestras de conscientização de métodos contraceptivos nas escolas, por outro lado, a população deve dialogar com seus filhos sobre sexualidade, afim de ampliar o conhecimento sobre o tema, para que esses indivíduos tomem decisões conscientes.