Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 13/05/2018
A sexualidade precoce não faz a diferença
Na Roma antiga numa época em que a perspectiva média de vida era inferior a 25 anos, as mulheres casavam-se em média aos 12 anos e os rapazes aos 14. Portanto, o fenômeno da gravidez na adolescência não é recente na história da humanidade, diante disto, não há dúvidas que torna-se para o Brasil um desafio combater esse fato precoce para as meninas, infelizmente, se dar pelo ambiente familiar e vida socioeconômica.
Experiencias sexuais precoces são observadas pela adolescente na família, onde os irmãos mais velhos já apresentam a vida sexual ativa, mães que também iniciaram a vida sexual prematura ou engravidaram durante a adolescência, outro lado que mostra-se favorável é o da ausência de conversa e orientação sobre a vida sexual, a situação que pode ser diferente citando exemplos e direcionando que tudo tem a hora e momento certo, e relatando que existem diversos métodos contraceptivos e o modo correto de usar, falando a realidade sem esconder nada.
Ademais, o que também vem contribuindo é a pobreza, baixo nível de escolaridade, a gravidez na adolescência acarretando o abandono os estudos, a procura de emprego na qual não encontra devido a falta de qualificação, e na maioria das vezes abandonam seus filhos devido não ter a condições adequada para o sustendo, ou quando a criança crescer nas ruas e virão marginais, traficantes e até mesmo crescem largados sem saber quem são a células pai e mãe.
Portanto, dessa maneira é possível educar melhor e informar adequadamente para que o adolescente seja o futuro do país, com dignidade e caráter. segundo o ativista e politico Nelson Mandela a educação é a melhor arma para mudar o mundo.