Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 21/05/2018

Hodiernamente, no Brasil, a gravidez na adolescência não deve ser vista apenas como um mero problema de saúde pública, mas também como uma ingerência educacional que apresenta significativos entraves, sobretudo históricos. Destarte, é preciso assegurar uma educação abrangente que busque a formação de um pensamento crítico social, programas de prevenções e informações objetivas acerca do assunto, de sorte a combater  aquele problema endêmico. Nesse sentido, é irrefutável que ocorra uma remodelação dos projetos educacionais, de saúde e também familiares.

Em primeira análise, deve-se pontuar que fomentar o senso crítico, no meio escolar acerca da gravidez na adolescência é um dos caminhos imprescindíveis para o combate a essa implicatura, uma vez que, do contrário, as taxas de filhos oriundos de adolescentes tendem a crescer, e por conseguinte, as proles correm risco de uma vida mais frágil e uma maior suscetividade de cair na pobreza. No que concerne a esse contexto, é mister buscar, nas ideias do filósofo Immanuel Kant, o enredo para a compreensão dessa problemática, já que ele traz o ensino como foco das situações, afirmando o homem como aquilo que a educação faz dele, de maneira a ser um conceito fundamental e objetivo para tal situação. Em síntese, é preciso observar os obstáculos educacionais no que concerne o debate ou ainda as aulas sobre saúde sexual e prevenções como uma sentença insustentável que necessita de uma intervenção imediada.

Em segunda análise, é importante explanar que as elevadas chances de afetar o desenvolvimento psicossocial, de complicações obstétricas e o risco de morte para a gestante, revela que a gravidez na adolescência no Brasil tornou-se um problema de saúde pública. No que tange a essa problemática, é conspícuo, a partir desse excerto, que a precariedade do sistema de saúde no que concerne trabalhos de prevenções precisa de maior objetividade e busca de níveis em comunicação familiar, individual e comunitário. Em verdade, é notório que assegurar não só os programas de prevenções amplos, mas também o diálogo familiar são caminhos inebriantes para combater a gravidez na adolescência.

É necessário, portanto, que a escola instrua os seus professores para a necessidade do debate em sala de aula sobre saúde sexual, por meio de aulas de educação de saúde, palestras e apresentações, os quais devem viabilizar a difusão do senso crítico acerca da gravidez na adolescência. Outrossim, o Ministério da Educação junto à mídia devem ampliar os programas de prevenções a gravidez na juventude, por meio dos youtubers, da objetividade nas informações e trabalhos educacionais  para esferas sociais individuais e coletivas. Por fim, a educação familiar, por meio do diálogo constante, é também um importante instrumento para atenuar tal situação. Essas são, pois, possíveis soluções.