Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 13/05/2018
Entre a adolescência e a maternidade
O mundo enfrenta um desafio com a quantidade de adolescentes grávidas, a média mostra que são 46 nascimentos para cada 1 mil meninas de 15 a 19 anos. Mas o Brasil se mostra acima da média mundial, com taxa de 68,4 nascimentos para acada 1 mil meninas. É dessa forma que fica preocupante os casos de saúde da mãe e dos filhos. A gravidez na adolescência está em evidência no Brasil, por possuir alto número de adolescentes grávidas e por poder causar um efeito profundo na saúde das meninas e dos filhos durante a vida.
Por certo, o Brasil se mostra acima da média mundial de meninas grávidas na faixa de 15 a 19 anos. Isso significa que são números altos e preocupantes, mas mostram que são só consequências de uma base educacional fraca. A aulas de educação a saúde na escola, informam muito mais sobre as doenças transmitidas sexualmente, do que sobre prevenção de gravidez. É nessa situação e com base nesses conhecimentos que os jovens se preocupam muito mais em prevenir uma DST do que uma gravidez.
Além disso, uma adolescente grávida pode ter um efeito profundo na saúde durante toda a vida. Isso ocorre porque ser mãe nessa idade, de 15 a 19 anos, cria obstáculos para seu desenvolvimento psicossocial e desencadeia resultados deficientes na saúde, o que pode aumentar o risco de morte materna. Contudo, os riscos não são enfrentados só pela mãe, os filhos podem enfrentar uma saúde mais frágil e muitas vezes acabar caindo na pobreza. Um caso que aumenta os problemas já enfrentados pelo Brasil, como o alto número de cidadãos com escassez do básico.
Por fim, a gravidez na adolescência está em evidência no Brasil, por possuir alto número de meninas grávidas, maior que a média mundial, e por poder causar um efeito profundo na saúde das jovens e dos filhos durante a vida. Assim, cabe ao Governo Federal junto com o Poder Legislativo criar leis para aumentar a distribuição de contraceptivos, afim de incentivar as adolescentes de prevenir a gravidez. A lei pode impor que os contraceptivos devem ser distribuídos em todos os postos de saúde, farmácias e hospitais, sendo instituições públicas e privadas. Dessa forma, é possível minimizar o grande desafio que o Brasil e o mundo enfrentam.