Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 12/05/2018
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um indivíduo se mobilizar com o problema do outro. Não obstante, hodiernamente quando se observa o aumento conciso da gravidez na adolescência no âmbito brasileiro, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não almejado na prática, o que acarreta à persistência da problemática intrinsecamente a realidade do país. Nesse contexto, torna-se claro improcedências do aparato estatal ao abranger esse impasse e falhas no processo educador por uma parcela das esferas familiares e educacionais.
Em primeira análise, cabe pontuar que o processo gradativo de desenvolvimento em países emergentes como o Brasil, configuram além de empecilhos ligados ao sistema econômico, imposições relacionadas à problemáticas sociais. Tal fato se reflete no aumento assíduo de adolescentes gestantes crescendo de maneira recorrente no país, o que deixa nítido falhas de políticas eficientes do Estado ao aplicar medidas insuficientes. Uma prova disso está explicita nos hospitais e postos de saúde no Brasil que não possuem um artifício preparatório quando se trata de campanhas preventivas da gravidez precoce com falta de psicólogos e médicos qualificados para que a jovem tenha uma segurança e conforto de qualidade.
Ademais, convém frisar que o ambiente familiar e educativo - que deve ser a base de referência para atenuar tal impasse - não vem se configurando de maneira abrangente para que ocorra um decréscimo de meninas grávidas no Brasil. Desse modo, é sabido que uma parte das famílias e instituições de ensino do país consideram “tabus” assuntos relacionados a educação sexual com os jovens em geral, o que garante que esses venham conhecer essas temáticas de modo externo na sociedade. Dessa forma, vê-se que é necessário parâmetros para atenuar esse problema.
Destarte, de maneira análoga à lei da inércia, forças governamentais devem agir para que o empecilho não perpetue. Por conseguinte, é imprescindível que o Estado equiparado do Ministério da Saúde promovam pólos de atendimentos nas capitais e cidades interioranas - de modo que se interliguem- para que consiga expandir partes do território brasileiro com médicos ginecológicos e psicólogos, no intuito de auxiliar meninas que tiveram gravidez precoce ou que ainda estão gestantes à terem conhecimento em geral para tomar seus cuidados com a criança e com si. Além disso, é necessário que o Ministério da Educação e Cultura (MEC) correlacionado às escolas públicas e privadas promovam uma palestra que consiga abranger as famílias e os alunos, com a ajuda de professores de Biologia e Pedagogos, no intuito de explanar assuntos relacionados a sexualidade, prevenções e assim quebrar paradigmas tradicionais para que pais, escola e jovens em geral consigam dialogar bem.