Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 14/05/2018

De acordo com as Leis Newtonianas, toda ação gera uma reação de mesma intensidade, no entanto de sentidos opostos. Análogo a isso, tem-se um número exacerbado de adolescentes que praticam relações sexuais sem proteção e tem como consequência uma gravidez indesejada. Dessa forma, necessita-se analisar como que a omissão familiar e irresponsabilidade dos jovens contribuem para essa problemática.                  Primordialmente, apenas 3 em cada 10 adolescentes já tiveram uma conversa sobre sexualidade com os responsáveis, segundo o jornal Rede Minas. Esse fato ocorre porque muitos responsáveis enxergam, ainda, o sexo como um tabu e não permitem, inclusive, que as escolas abordem essa temática. Ademais, na maioria das vezes os responsáveis passam grande parte do seu dia no trabalho, de modo que acabam não tendo tempo para diálogos importantes com os filhos.

No livro Odes a expressão “Carpe diem,” aproveitar a vida, foi usada para conselhar a personagem Leuconoe, não apenas no sentido literal da palavra, mas sim desfrutar a vida. Referente a isso, tem-se muitos jovens que mesmo vivendo na era da informação e sabendo dos riscos de fazer sexo sem segurança, muitos deles são inconsequentes, ou seja, vivem um estilo de vida voltado para o presente e não se preocupam com os impactos que uma gravidez indesejada pode, no futuro, propiciar não somente para eles, mas também para o bebé, por exemplo, má formação e prematuridade.

Torna-se evidente, portanto, que a gravidez na adolescência é um problema. Em razão disso, o Ministério da Saúde deve criar programas sobre educação sexual para orientar os pais e os adolescentes com a presença de psicólogos, em postos de saúde, para que o assunto sexo não seja mais visto como um tabu. Além disso, o Ministério da Educação em parceria, com as escolas, deve promover aulas e projetos extracurriculares sobre a importância do uso de preservativos nas relações sexuais, para evitar uma gravidez não planejada.