Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 11/05/2018
Adolescência interrompida
A gravidez precoce tem sido um grande problema para grande parte das famílias brasileiras. A falta de informação que se faz presente na vida de muitos adolescentes traz consigo consequências irreversíveis como a gravidez indesejada, acarretando como fuga da responsabilidade o aborto.
Em 2014, cerca de 625.750 mulheres tornaram-se mães, sendo 87.293 adolescentes de 15 a 19 anos. Essa taxa ascende ao longo dos anos devido não só a precariedade de espaço sobre esse tema no âmbito escolar mas também a falta de diálogo familiar.
A medida que adolescentes engravidam, interrupções na gestação tornam-se frequente. Por falta de recursos financeiros, inúmeras mulheres optam pelo aborto clandestino, tal fato é preocupante, pois além de existir uma má conduta para com a gestante, há ainda o risco de problemas tantos psicológicos quanto físicos, que em casos de extrema gravidade acabam em morte.
A cerca dos fatos mencionados, são necessárias medidas para cessar o problema. Primeiramente, leis devem ser aplicadas severamente, intervindo o aborto clandestino, acabando assim com inúmeras mortes. Em seguida, instituições escolares em parceria com o Ministério da Saúde, devem promover palestras que eduquem sexualmente os jovens, como também é preciso a participação da família, aconselhando-os para que tais fatos não ocorram.