Gestão Pública em questão no Brasil
Enviada em 21/04/2019
Sob a égide filosófica de Aristóteles, a administração da polis deveria ser exercida por pessoas capacitadas para buscar o bem comum. Entretanto, a gestão pública no Brasil é díspar dessa perspectiva, posto que é norteada por diretrizes que ampliam a discrepância social. Nesse contexto, não se deve negligenciar a transgressão legal e as adversidades na educação.
Sob os ditames precedidos na Constituição de 1988, o acesso à saúde é direito de todos e dever do Estado. No entanto, a transgressão dessa premissa corrobora as contrariedades da gestão pública. Nesse sentido, lamentavelmente, a logística administrativa nos departamentos de saúde não é articulada de forma eficiente, visto que existe a falta de equipamentos, como macas e aparelhos cirúrgicos, frente a demanda populacional.
Sob outro viéis, consoante às máximas de São Tomás de Aquino, todos os cidadãs possuem direitos iguais. Todavia, esse pressuposto é violado na gestão educacional brasileira. Nessa lógica, é deplorável que a administração da educação não seja planejada de modo pertinente, haja vista que faltam laboratórios, materiais didáticos e até professores em determinadas instituições de ensino.
Portanto, com o fito de atenuar as adversidades da gestão pública é imperioso que o Ministério da Saúde, por meio dos departamentos executivos, elabore mecanismos administrativos, como estudos da demanda populacional e das necessidades locais, para planejar as licitações . Outrossim, é imprescindível que a secretária de administração do Mec, arquitete o planejamento educacional do Brasil, com o intento de que seja justa e pragmática consoante aos ideias aristotélicos.