Gestão Pública em questão no Brasil
Enviada em 21/04/2019
Desde o inicio da sociedade, que ficou conhecida como pré-história já existiam lideres responsáveis pela gestão dos clãs. Essa organização se evoluiu com o passar do tempo e atualmente é a principal forma de estruturação social no mundo. Porém, no Brasil, esse modelo vem sido negligenciado desde o período colonial e se perpetua hodiernamente na sociedade civil propiciado por políticos que se apropriam de cargos de liderança em prol do bem individual.
Em primeiro lugar, observa-se que a gestão pública no país enfrenta uma grande intempérie devido o alto índice de corrupção no setor. Segundo o filósofo Aristoteles, “o homem é, por natureza, um animal político” e no Brasil a gestão governamental está diretamente relacionada a indivíduos políticos eleitos pela população através do voto. Destarte, grande parte desses candidatos se elegem com intuitos de se beneficiarem do que deveria pertencer a toda população brasileira, dificultando melhorias em setores como segurança, saúde e educação, sucateando cada vez mais a administração.
Em segundo lugar, nota-se a negligência popular em colaborar com a gestão pública. Como se sabe o regime político brasileiro é a democracia, que é caracterizada pela soberania do povo em eleger seus representantes, porém parte representativa do corpo social não exercem o dever necessário para obter uma boa gestão. Com isso a administração pública brasileira não exerce o seu devido papel, tornando em uma grande problemática para o desenvolvimento do país.
Em decorrência disso, cabe à sociedade civil, juntamente com apoio da mídia a tarefa de reverter esse cenário. Como dito pelo escritor Oscar Wilde, “a insatisfação é o primeiro passo para o progresso de uma nação”, nessa esfera resta a população brasileira através da colaboração da mídia, propor melhorias e cobrar dos governantes uma administração mais efetiva. A mídia ainda por sua vez deve tornar seu ambiente mais acessível a cobranças da população, além de ajudar pessoas a identificarem e eliminarem políticos corruptos, com intuito de melhorar o conjunto executivo da gestão pública, desse modo desenvolvendo o pensamento do filósofo Aristoteles, que segundo ele o objeto principal da política é criar a amizade entre membros da cidade.