Gestão Pública em questão no Brasil

Enviada em 20/04/2019

Desde a consolidação republicana no Brasil, o século XX se manifestou em um panorama de políticas públicas de coalizão, salientando a necessidade associativa para a ampliação administrativa. Nesse viés, herdadas estas heranças, o país encontrasse estagnado em leis burocráticas ineficientes, de modo que substancialmente compromete instâncias estatais e privadas na governabilidade.

É fundamental analisar, desse modo, o despreparo notável de pessoas na promulgação legislativa de normas, visto que prepondera atualmente a escassez prática de tais protocolos. Neste compasso, relata-se nos noticiários midiáticos do Brasil, um depreciativo gerenciamento por falta de capacitação educacional, pois por motivos de coalizão política muitos são os ofícios ocupados por indicações intracelular, colocando em “xeque” diplomas qualificados. Prova disso, segundo a revista folha. menos de 20% das pessoas em cargos de gerenciamento governamental possui qualificação especializada.

Cabe analisar, o descompromisso ético na execução de atividades no setor público e a falta de órgãos fiscalizadores como fator decisivo na democracia. Em sumo, os princípios morais tem apresentado indícios de falha, vê-se o paradigma na elongação de sistemas antigos, onde a eficácia se tem sustentado em modelos de beneficiamento próprio. Thomas Hobbes, no livro “O Leviatã”, destaca a importância, na eficiência de um Estado regulador, sugerindo modelos que haja constante transição em seus códigos.

Fica claro, portanto, a imprescindível  ação na dissolução de problemas inerentes a gestão pública. Para isso, deve haver trocas nas legislações, apanhando máxima otimização nos setores de desenvolvimento, sendo executadas pelo congresso, a qual terá que promover a desarticulação nos processos de ocupação ilegítima de cargos públicos. Logo, a esfera executiva, deverá criar instituições que tenham a função de fiscalizar o implemento com máxima competência pela implementação.