Gestão Pública em questão no Brasil
Enviada em 20/04/2019
Durante o período colonial no Brasil o modelo administrativo era pautado no patrimonialismo, que por sua vez, não fazia uma distinção clara sobre os bens públicos e privados. Não obstante, tal questão transcende a etapa colonial e mostra-se presente na realidade brasileira, através da ineficiência do sistema de gestão pública, em consequência direta da negligência acadêmica estatal e cidadania frequentemente frágil.
Convém ressaltar, a princípio, que a morosidade operacional jurídica é um fator que sustenta o problema, uma vez que, representes do sistema público toma posse de bens pertencentes à toda população. Sob esse viés, o filósofo Rousseau atenua-se que essa relação de divisão injusta é pautada pelo desejo da propriedade privada. Assim, cenários de nefastas políticas públicas são recorrentes na conjuntura e afeta diretamente a sociedade civil.
Concomitante a essa dimensão legal, quando Steve Jobs afirma que coisas incríveis nunca são feita por um só indivíduo, reflete a importância da coletividade nas relações de cunho político, no qual, deve prevalecer medidas que atenda ao coletivo. Contrariamente, às iniciativas públicas dos setores como, educação, saúde e segurança, são alvos de práticas ineficazes e constante desvios de verbas. Dessa forma, consolidando a dissolução da coletividade e comprometendo os direitos inerentes.