Gamificação: o futuro do processo educativo?
Enviada em 24/06/2022
Nelson Mandela, ex presidente da África do Sul, dizia que a educação é a arma mais poderosa que podemos usar para mudar o mundo. Nessa lógica , torna-se muito mais eficaz a gamificação como uma das formas de ensino do Brasil.
Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: A gamificação como forma de estimular os alunos à aprendizagem e a alta taxa de produtividade das pessoas através dos jogos.
Em primeira análise, evidencia-se a gamificação como uma boa forma de estímulo para a aprendizagem dos alunos. Dessa forma, percebe-se que o desenvolvimento deles por parte da criatividade, autonomia e a capacidade em resolver situações-problemas aumenta de forma considerável.
Além disso, é notório a alta taxa de produtividade das pessoas através dos jogos. Sob essa ótica, a afetividade com que os games deixam a sociedade mais produtiva tem uma taxa de 79%. Consoante a isso, a gamificação não é definida somente pelo entreterimento, mas também como um incentivo para não despertar desinteresse nos alunos, que é a principal forma de evasão escolar no Ensino Médio.
Depreende-se portanto, a adoção de medidas que venham a ampliar a gamificação. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Educação (MEC), promover formas de ampliar os métodos de ensino com base na gamificação, por meio de testes e pesquisas democráticas nas escolas, a fim de que possa ser criado novos recursos no ensino para que os estudantes tenham interesses autênticos. Com esses direcionamentos, a sociedade terá uma visão e ação futurística assim como Nelson Mandela.