Gamificação: o futuro do processo educativo?

Enviada em 21/06/2022

Com o surgimento da terceira revolução industrial -revolução informativa-, tornou

-se comum o uso da tecnologia para o funcionamento hábil da comunidade. Diante disso, inseriu-se novos métodos de aprendizagem e desenvoltura nas escolas, com o objetivo de facilitar e gerar interesse mútuo das crianças para que tenham vontade de estudar e continuar no mercado de trabalho. Porém, à vista disso, a nova era é apta para todos?

Segundo “Maquiavel”, o desafio da introdução a mudança é perigoso e difícil, apresentando fatos preocupantes perante a sociedade. Desse modo, é mister dizer que com as taxas percentuais de desigualdade social brasileira, o país não está diante a mudanças igualitárias, apenas melhorias a elite, na qual tem acesso a tecnologia. Sob essa ótica, é essecial que tal pauta seja discutida, visando a nação como um todo, e não apenas uma parcela.

Ademais, é indiscutível que com a gamificação, o processo educativo seria de grande ajuda para um avanço social, criando cidadãos eficientes e prontos para o novo, mais criativos e dispostos para o desenvolvimento do corpo social. De acordo com o IBGE, milhares de crianças perderan o interesse estudantil por não serem estimuladas, aumentandi assum a evasão escolar. Então, mesmo com benefício dos novos meios inseridos na vida das pessoas, o Brasil ainda está diante do retrocesso.

Portanto, ao entender as principais pautas sovre a problemática supracitada acima, é tempo de soluciona-las. Cabe ao Poder Executivo Federal, especificamente ao MEC (Ministério da Educação), juntamente a organizações sociais, promover diretamente o acesso a ferramentas tecnológicas, melhorando a estrutura escolar e direcionando verbas públicas para a compra de materiais didáticos, auxiliando na desenvoltura dos estudantes. Também, usufruindo da mídia com o intuito do direcionamento de responsáveis para guiar seus filhos de maneira benéfica e correta diante a nova era. Assim, se encontrará uma população mais unida e pronta para o futuro, visando uma nação, e não mais meramente um “estado”.