Gamificação: o futuro do processo educativo?

Enviada em 21/06/2022

A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6º, o direito a educação como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase, na prática, quando se observa a Gamificaçao: o futuro do processo educativo, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa percetiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a evaçaõ escolar no ensino médio. Nesse sentido, segundo os dados do IBGE, 50 milhões de braseiros de 14 a 29 anos não tem algumas fases do ensino básico. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista Jonh Locke, configura-se como uma violação do ‘‘contrato social’’, já que o estado não cumpre a sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar que os alunos de baixa renda seriam os mais prejudicados, visto que nem todos possuem capacidade de ter acesso a aparelhos tecnológico como impulsador da desigualdade social no Brasil, segundo a lei 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, todos os seres humanos nascem iguais em dignidade e em direitos. Diante de tal exposto, a desigualdade não encontra respaldo políico e social para se solucionado. Logo, é indmissivel que esse cenario continua a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esse obstáculo. para isso, é imprecidível que o governo federal, por intermédio de um debate, para criação de programas no auxilio da compra de aparelhos eletrónicos para alunos de baixa renda a fim de que a tecnologia se torne aliada da educação. Dessa maneira, a gamificaçaõ contemdará um maior número de educados, e seus objetivos de melhora na aprendizagem serão afetivado, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social’’, tal como afirma John Locke.