Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 10/07/2022

Um sentimento de impotência perante uma adversidade de difícil resolução,

gerando um ceticismo acerca da possibilidade de haver um futuro.

Observa-se isso na personagem em destaque, no quadro " Sem esperança" da pintora Frida Kahlo. Contudo, essa visão não se limita á arte, já que, na realidade, poucos têm acreditado na superação, por exemplo, a fome e desigualdade social no Brasil, dificultando desse modo, a busca por soluções. Nesse prisma, é

importante analisar essa questão no país.

A princípio, é imperioso notar que o poder público se mostra negligente ao permitir essa fome e desigualdade. Esse contexto de inoperância das esferas de poder exemplifica a teoria das instituições Zumbis, do sociólogo Zygmunt Baumam, que as descreve como presentes na sociedade, todavia, sem cumprirem sua função social com eficácia. Sob essa ótica, devido à baixa atuação dos governos, é preciso citar algumas causas desse tipo de problema no Brasil, um deles é a má distribuição de renda e alimentos, dado que é constante alvo de preocupações. Nessa perspectiva, para a completa refutação da teoria do estudioso polonês e mudança dessa realidade, faz -se imprescindível uma intervenção estatal.

Ademais, percebe-se a ausência de empenho coletivo para alcançar, realmente, uma sociedade sem fome e desigualdade. Como prova, verifica-se a paralisação da população em não lutar por investimento financeiro estatal, posto que a desigualdade social é fruto também da má educação de base, pois, sem a devida educação, o indivíduo não será capaz de seguir uma vida acadêmica e entrar no mercado de trabalho, restando apenas ofícios de baixa remuneração que são insuficientes ao sustento de uma família, que gera, por conseguinte, a fome e a falta de oportunidades a essas famílias.

Portanto, com o intuito de mitigar a fome e a desigualdade do Brasil, é inubitavel que o governo , ponham em práticas medidas administrativas que invistam na educação de base e superior que, consequentemente, proporcionar maiores oportunidades ao longo da vida do indivíduo. Espera-se , com isso, uma sociedade mais solidária e menos individualista e, por fim, a erradicação da fome e desigualdade social.