Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 28/10/2021

A globalização, termo elaborado na década de 1980, caracteriza-se pela união do mercado mundial através de blocos econômicos e a desaparição das fronteiras comerciais entre seus membros, pórem apresenta diversos pontos negativos, sendo um deles a concentração de riquezas nas mãos de um grupo minoritário de empresas e pessoas. Devido a isso, e outros fatores, problemas como fome e desigualdade social ainda assola a sociedade no século XXI. É possível observar então, a má distribuição de recursos pelo mundo e a dominação industrial e econômica de países desenvolvidos como causas desse fenômeno.

Seguidamente, é possível citar uma pesquisa feita pela Unicef, que mostrou que uma em cada três pessoas no mundo não tem acesso à água, acarretada com má nutrição, acaba se tornando fatal. Sendo assim, é notório que trata-se de uma distribuição desigual de recursos pelo mundo, onde países desenvolvidos conseguem prover itens básicos como saúde, moradia e educação, e países ou regiões pobres não apresentam condições necessárias ou econômicas para tal feito.

Conforme o apontado, a frase do filósofo polônes “A preocupação com a administração da vida parece distanciar o ser humano da reflexão moral” encaixando-se na questão abordada na sociedade atual, onde há dominação de nações desenvolvidas sobre as emergentes, sendo essas exploradas com as indústrias e trabalho em condições precárias, mostrando que líderes políticos e grandes empresários preferem enriquecer em cima de uma população miserável à ajudá-las.

Portanto, torna-se imprescindível a necessidade de organizações mundiais como Unicef e Onu (Organização das Nações Unidas) em promoverem por meio da criação de legislações e contribuições financeiras que protejam e ajudem as regiões hoje  exploradas econônomicamente e devastadas pela desigualdade social, a fim de gerar recursos financeiros que garantão o acesso a itens básicos da vida nesses locais, tais como saúde e educação.