Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 15/10/2021

Fome e desigualdade social

A desigualdade social é agravada pelos processos relacionados a nossa sociedade, como a democracia, as desigualdades raciais, de gênero e de riqueza. Rebaixando classes sociais e limitando seu nível de status na comunidade e aspectos que provem uma boa qualidade de vida. Especificamente roupas, alimentação, educação e etc.

Quando a desigualdade social é comentada, também pode se pensar sobre algo que é proveniente dela, a fome. Segundo o site brasilescola.uol.com.br, “a fome provém da falta de alimentos que atinge um número elevado de pessoas no Brasil e no mundo. Apesar dos grandes avanços econômicos, sociais, tecnológicos, a falta de comida para milhares de pessoas no Brasil continua. Esse processo é resultado da desigualdade de renda, a falta de dinheiro faz com que cerca de 32 milhões de pessoas passem fome, mais 65 milhões de pessoas que não ingerem a quantidade mínima diária de calorias, ou seja, se alimentam de forma precária.” No levantamento comparativo da ONU com outras nações, o Brasil só perdia para o Catar e estava atrás do Chile. A análise das estatísticas diz que 1% da população mais rica do país detinha 28,3% da renda brasileira, então, se ampliar a faixa de 1% para os 10% dos brasileiros mais ricos, a participação na renda do país sobe para 41,9% do total. Ou seja, os outros 90% da população conseguem menos do que 60% da renda total, só para evidenciar a tamanha disparidade. Tomando como referência o romance de Oliver Twist, feito por Charles Dickens, é visto que o autor tem como objetivo retratar a delinquência provocada pelas condições precárias da sociedade inglesa da época. Com isso podemos ver que a desigualdade social já existe a muito tempo, apesar da evolução humana, que só a aumentou.

Como solução, o correto a se fazer é que o governo promova ações como: equilibrar o sistema tributário, promover a oferta de trabalho, tributar lucros, combater a concentração de Terra, investir em saúde educação, revogar a emendo do teto de gastos, melhor qualidade do gasto público; e quanto a fome, a ONU indica que não despejamos comida fora, produzir mais com menos recursos possíveis e para quem tem condições, adote uma dieta mais saudável e sustentável. Tudo isso para que as pessoas tenham uma melhor qualidade de vida.