Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 15/10/2021

Segundo a obra, “O Quinze” de Raquel Queiroz, retrata a fome e a miséria que a população nordestina enfrentou em 1915. Todavia, após um século os casos de óbitos por “desnutrição” apresentam-se alarmantes. Ainda que a pobreza seja um dos principais emblemas, o grau de abandono estatal se faz precursor diante do desgosto enraizado no Brasil.

Durante o século XVIII, o padre Thomas Malthus, gerou a teoria malthusiana, onde afirmava que a população europeia iria se finalizar pois, o alto aceleramento demográfico excederia a oferta de alimentos. Em seguida, já no século XXI, o Brasil se encontra em décima posição no ranking dos países que mais desperdiçam alimentos no mundo, segundo a FAO/ONU. Proferindo que a fome se manifesta pelo furto da administração governamental.

Perante o exposto, o desemprego e aquisição de riquezas nas mãos dos ricos, como denúncia na obra Modernista “O Quinze” faz mister a esse infortúnio. Em contrapartida, nasce uma sociedade capitalista defendida por Adam Smith, deixando-nos submissos a um país individualista e de instância de vida social.

Portanto, é necessário que o governo junto a ONG’s abrace essa população em estado social precário, como por exemplo: dirigir moradores de rua e catadores de lixo a programas de governo habitacional e alimentícios para que divergem-se em condições de vulnerabilidade socioeconômica. Com o objetivo de estagnar a desigualdade social e erradicar a fome no Brasil.