Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 13/08/2021
Na obra “O Quinze” de Raquel Queiroz, disserta sobre a miséria e a fome que a população nordestina enfrentou em 1915. Entretanto, após um século os casos de óbitos por “desnutrição” se tornou alarmante. Ainda que a pobreza seja um dos principais emblemas, o grau de abandono estatal se faz pioneiro diante a mazela enraizada no Brasil.
Durante o século XVIII, de acordo com o padre Thomas Malthus, que desenvolveu a teoria malthusiana na qual afirmava que: a população europeia iria cessar de coexistir pois, o aceleramento demográfico superaria a oferta de alimentos. Já no século XX, o Brasil se encontra em décima posição no ranking dos países que mais desperdiçam alimentos no mundo. Articulando que, a fome se majesta pelo furto da administração governamental.
Outrossim, o desemprego e a obtenção de riquezas nas mãos dos ricos, como denuncia na obra Modernista “O Quinze” faz mister, esse Infortúnio seja radical. Por outro, lado cria-se uma sociedade capitalista como é defendida por Adam Smith, deixando-nos submissos altamente há um país individualista e de instância de vida social.
Por conseguinte, é necessário que o governo em parceria com as Organizações Não Governamentais (Ong’s) abrace essa população em estado social precário como: moradores de rua, catadores de lixo e cidadãos de periferia dirigindo eles a programas de governo habitacional e alimentícios, exemplo a Vales nutricionais para que divergiem-se em condições de vulnerabilidade socioeconômica, a fim de estagnar a desigualdade social e erradicar a fome no Brasil.