Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 12/08/2021
A desigualdade social no Brasil é generalizada desde a época do império. Em 1850, a lei de terras tornou-se um fator que agravou essa situação. Infelizmente, essa situação ainda existe na sociedade de hoje. Diante dessa situação, diversos grupos sociais são afetados, um dos quais é o problema da fome. Para reduzir o número de famintos no mundo, a Revolução Verde foi implementada para eliminar a fome, mas esse objetivo foi enganado em troca de lucro. Portanto, as medidas de combate à fome e às desigualdades sociais no século XXI são adequadas.
Antes de mais nada, é preciso apontar como esse problema social se enraizou na história do Brasil. Como analisou o filósofo alemão Friedrich Hegel, a história é dinâmica e a verdade é acompanhada por ela. Ao estabelecer uma relação entre esse tipo de pensamento e o contexto brasileiro, as diferenças entre eles podem ser confirmadas, pois embora séculos tenham se passado desde o estabelecimento do comandante hereditário na colônia brasileira, a realidade da concentração fundiária ainda existe - retratada em um Ampliar Imagem Um lote de terreno pertencente a um grande senhorio, mas que não cumpre a sua função social. Nessa assimetria social, não só aumenta a fome pela impossibilidade de muitas pessoas entrarem nesses espaços, mas também viola o direito à alimentação e à saúde previsto na Carta Magna.
Além disso, assim como a subnutrição, a principal causa da desigualdade social é a distribuição desigual, não a renda. Na verdade, de acordo com dados da organização não governamental britânica Oxfam, as oito pessoas mais ricas do mundo têm uma riqueza equivalente a 3,6 bilhões de pessoas que constituem a metade mais pobre da população mundial. Com isso, você pode ver o contraste dessa diferença.
Portanto, a mediação para reverter esse problema social tornou-se uma prioridade. Para tanto, o Ministério da Justiça deve formar aliança com a FUNAI para realizar a reforma agrária no país, reassentar famílias pobres, proporcionar segurança econômica e condições de moradia e se cadastrar em cartório para minimizar a concentração fundiária e a fome. Além disso, as unidades de ensino devem adotar o modelo de “escola cidadã” proposto por Paulo Freire, realizar debates nas aulas de sociologia e dar palestras sobre essa adversidade global, quebrar o individualismo e permitir que as gerações futuras participem da solução do problema da fome global.