Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 12/08/2021

No Brasil, dentre as dificuldades para promover a melhoria no país, o continente tem vivenciado, uma fortíssima de Desigualdade social e consequentemente a fome no século 21. Dentre isso pode ser mensurado, que infelizmente, essa carência vem se instalando tanto no Brasil quanto no resto do mundo. Nessa perspectiva, observa-se que a fome e a desigualdade social caminham lado a lado no século XXI e vale analisar como suas causas e consequências.

Em uma primeira análise, por meio da Revolução Verde, as práticas e tecnologias das empresas industriais podem ser colocadas no meio rural, aumentando a produção de alimentos. Porém, a superprodução de alimentos não é suficiente para eliminar a fome no mundo, pois o problema está centrado na distribuição desigual dos alimentos. Além disso, é importante destacar que, ao contrário das áreas rurais e dos países subdesenvolvidos, os países desenvolvidos e os grandes centros urbanos possuem mais deste produto, o que acarreta grande desperdício de alimentos. Segundo a Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas, um quarto do desperdício pode alimentar uma fonte de fome, mas ainda haverá excedente de alimentos. Portanto, é claro que a revolução verde é necessária, mas ainda existem propostas para amenizar esse problema.

Por conseguinte, fome e pobreza estão relacionadas porque uma pode ser a causa da outra. No filme espanhol “O Poço”, os prisioneiros são trancados em uma torre e só podem comer os restos de comida da camada superior. Você pode ver as questões de distribuição mencionadas acima e a relação com a desigualdade social no filme, pois cada nível é uma classe social, e os níveis mais baixos são com menos alimentos, o que cria uma hierarquia e distinção simbólica. Como distopias externas, a promoção social é abandonada e essa situação é transmitida de geração em geração.

Portanto, fica claro que a fome e a desigualdade social no século 21 não são apenas uma questão de saúde pública, mas também econômica e social. Portanto, o governo tem a responsabilidade de atualizar programas que contribuam para a distribuição de renda e alimentação, como o Bolsa Família e o Fome Zero, para que mais pessoas tenham boas oportunidades futuras, como melhores empregos, aumento de renda e melhores condições de vida. Além disso, é necessário que a mídia trabalhe com as ONGs para promover um movimento que incentive as pessoas a repensar o desperdício e a distribuição de alimentos. Dessa forma, o Brasil poderá amenizar o impacto desse problema, e cenas como Fabiano em Vidas Secas não sairão do romance.