Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 13/08/2021

Hoje, sobretudo em tempo de pandemia, muitas famílias não têm o mínimo para se alimentar diariamente. A organização da ONU para a alimentação e agricultura (FAO) produz um mapa global desde 1990, que indica o número de pessoas que estão “passando fome”. Foi anunciado, em Julho de 2019, que a fome chegou a 690 milhões de pessoas, e segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aproximadamente 10 milhões são do Brasil.

Primeiramente, analisa-se como uma das causas mais graves a má distribuição de alimento no mundo. Mesmo que se tenha passado pela Revolução verde, a qual se teve um aumento considerável de alimentos sendo produzidos, essa comida não chega a casa de milhões de pessoas ao redor do planeta, uma vez que os números da fome, principalmente em países subdesenvolvidos, são muito grandes.

A desigualdade social é a diferença de classes sociais, e as principais causas dela é a concentração de dinheiro e poder e poucas oportunidades de trabalho. Em 2016, O IBGE afirmou que o Brasil tinha 24,8 milhões de pessoas vivendo na pobreza, recebendo apenas 1/4 do salário mínimo, a mesma coisa que R$220. Esses números retratam um aumento de 53% em comparação com 2014, que foi o começo da crise econômica no país.

Em virtude dos fatos mencionados, a fome e a pobreza é algo complicado de se resolver. Entretanto, se o Estado incentivar a diminuição do consumo e desperdício de alimentos, investir em bolsa escolar, ou até mesmo fazer uma boa ação doando comida, roupas, etc; ajudaria muitas famílias no alto índice de fome e pobreza no Mundo.