Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 12/08/2021

Estamos vivendo um momento de crise do capitalismo, em que, a cada dia, os trabalhadores perdem seus direitos e ficam em maior situação de vulnerabilidade. Também vivenciamos uma crise humanitária com uma pandemia de Covid-19, que escancara a extrema desigualdade e que é um dos pilares desse sistema pautado pelo capital. Essas situações agravam a problemática da fome no Brasil e no mundo e, diante disso, desafia-se reflexões sobre esse assunto.

No Brasil, o percentual da população que vive na extrema pobreza quase triplicou desde o início da pandemia, passando de 4,5% para 12,8%. No final de 2020, mais da metade da população (116 milhões de pessoas) enfrentava algum nível de insegurança alimentar, das quais quase 20 milhões passavam fome.

Segundo Hans-Georg Gadamer, “A história não nos pertence: nós pertencemos a ela”. Dessa forma, é necessário encontrar caminhos para mudar a história que estamos inseridos, mudar a situação em que vivemos, e essas medidas consistem na união dos países desenvolvidos com os que ainda estão em desenvolvimento para debater e encontrar medidas que diminuam a má distribuição de renda , como por exemplo, planejada para inserir uma população mais pobre na universidade diminuindo o nível de pobreza. De acordo com as informações dadas, pensa-se que devem ser adotadoas palestras e propagandas que incentivam a população mais rica a não desperdiçar tanto alimento, diminuindo assim como as compras e consequentemente os preços.