Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 13/08/2021

No livro “Utopia”, de Thomas More, é exposto um ambiente perfeito, no qual a consciência coletiva e eficiência do estado são ferramentas cruciais para o avanço da nação. Fora da obra, é fato que a fome e desigualdade social no século XXI apresentam um obstáculo para uma comunidade aliendada e inerte como a brasileira. Nesse sentido, em virtude da falta de investimento na educação e a concentração de renda numa parcela escassa da sociedade, a fome e desigualdade social são intensificadas e agravadas.

De início, é válido reconhecer como a fome e a desigualdade social são uma ocorrência atual. Isso porque, é uma consequência direta da má distribuição de renda, sendo reflexo da concentração de renda na mão de um parcela escassa da sociedade. Segundo o filósofo George Hegel, vive-se uma realidade firmada no “status quo” - senso comum. Para ele, há um determinismo que impede o homem de enxergar os entraves sociais, interpretando-os como normais. Analogamente, é esse transtorno gerado: o indivíduo, inserido nesse panorama, torna-se alienado frente à esse problemática.

Por conseguinte, a pobreza faz-se presente. Segundo a “Atitude blasé” - termo proposto pelo sociólogo Simmel - o individuo passa a agir com indiferença em meio às situações que ele deveria dar atenção. Sob essa ótica, entende-se que o cidadão inclina a adotar essa “Atitude” com a fome e desigualdade social no século XXI, mantendo uma postura apática e inerte.

É evidente, portanto, a necessidade da participação do estado, em parceria com o setor da cidadania  no combate a crise de desigualdade social e fome. Com projetos de renda alimentar básica, e auxílios monetários, a fim de estabelecer uma condição mínima para cada cidadão. Além disso, deve disponibilizar palestras com profissionais da aréa educacional para melhor direcionamento de jovens e adolescente. Assim, corroborando para o tratamento da fome e desigualdade no século XXI.