Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 27/05/2022

“No meio do caminho tinha uma pedra”. O famoso verso do poeta Carlos Drummond de Andrade trata-se de uma metáfora para desafios. Análogo a essa citação, é evidente que há uma pedra no caminho do Brasil: A fome e a desigualdade no século XXI, devido a má distribuição de riquezas mundiais. Segundo dado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, os 10% mais ricos do mundo ganham 52% da renda mundial, enquanto os 50% mais pobres recebe apenas 8,5% do total.

Primeiramente, a desigualdade que prejudica a população mais pobre, é um problema mais complexo do que parece. De acordo com o estudo da FAO em 2020, entre 720 milhões e 811 milhões de pessoas passaram fome em todo o mundo. Ademais, enquanto alguns da sociedade têm todo o luxo e ostentação, outra parte da sociedade sofre com a desnutrição e doenças de saúde devido à fome, como a anemia. Além disso, a fome dói, mata e proporciona uma vida indigna para um cidadão que não tem condições para ter acesso à alimentação, lazer e saúde. Logo, vê-se que a probreza faz limitações severas às pessoas.

Outrossim, é possível perceber que o principal entrave que impede esse obstáculo de ser resolvido, é a falta de um sistema e de campanha para a população mais pobre que forneça apoio de frente, como doação de suprimentos. Segundo o sociólogo Émile Durkhem, “O indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, saber quais são suas origens e as condições de que depende.” Segundo essa linha de raciocínio, é necessário a sociedade cobrar as autoridades medidas para intervir a isso.

Portanto, o Governo Federal deverá doar cestas básicas para a populção considerada de baixa renda, por meio de uma campanha de combate à fome, com o objetivo de eliminar os índices de pessoas que passam necessidade, a fim de que tenham nutrição, alimentação e cuidado com a saúde. Ainda assim, o Ministério da Comunicação deverá promover um projeto de doação de alimentos e apresentações artísticas, mediante a uma parceria com influenciadores digitais e artístas, com o fito de trazer lazer e maior resistência contra fome, para que o Brasil remova essa pedra no meio do caminho.