Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 13/11/2020
No governo Getúlio Vargas, a queima de milhares de sacas de café como uma estratégia econômica demonstra como o ser humano coloca dinheiro acima da empatia pelo próximo. Nesse sentido, nos dias atuais, a fome e as desigualdades sociais são uma realidade cada vez maior, e isso advém de uma cultura capitalista e falta de políticas públicas de amparo aos mais necessitados.
Em primeira análise, é indubitável que existe uma sociedade hipercapitalista. Isso acontece porque cria-se uma cultura desde da educação básica para o consumismo que supervaloriza bens materiais e perde a empatia pelo próximo. “Não falta alimento, falta divisão” é o que afirma o diretor do Centro de excelência Daniel Balaban. Nesse sentido, a conscientização da população para ajudar os mais necessitados é uma das soluções mais viáveis para diminuir o problema da fome.
Em segundo lugar, não se pode deixar de mencionar a negligência governamental com o problema da fome. Isso acontece porque falta programas de auxilio e proteção e poucas oportunidades de trabalho para a classe média e baixa. Nã0 é à toa, então que o produto interno bruto encontra-se em decadência de acordo com IBGE. Dessa maneira, para uma sociedade mais igual e suprida das necessidades primarias é necessário apoio do governo.
Torna-se evidente, portanto, medidas são necessárias para resolver o problema da fome e da desigualdade no século XXI. Em razão disso, o Governo Federal e o Ministério da Cidadania devem, a fim de buscar igualdade, criar um programa de apoio financeiro chamado " vale alimentação" na qual garante alimentação por meio de postos governamentais a todos que não tiverem comprovante de renda .Bem como, cria um cadastro do ajudado para que seu currículo seja enviado para empresas de contratação. Assim, o problema da fome será substancialmente diminuído e aumentará a equidade.