Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 13/11/2020
A Revolução Verde foi a invenção e disseminação de novas semente e práticas agrícolas que objetivou elevar a produção de alimentos. No Brasil, de fato, a geração alimentícia elevou bastante, porém a questão da fome não foi resolvida, haja vista que ainda há muitas pessoas que não possuem o que comer. Com isso, convém analisar as principais causas (desigualdade social) e consequências (morte) desse infortúnio problema.
Inicialmente, é possível apontar a assimetria econômica como geradora do entrave. Segundo o filósofo Karl Marx, quem se beneficia socialmente dos recursos nacionais são os que contêm capital acumulado. Nesse sentido, é inadmissível que, em um país cuja Constituição se pauta nos princípios de igualdade e fraternidade, a situação financeira desfavorável continue sendo motivo para muitos indivíduos passarem fome.
Além disso, a consequência da escassez de comida é alarmante. De acordo com o Porta Saúdemais, a não ingestão de alimentos, sobretudo saudáveis, pode gerar óbito por falta de nutrientes no sangue. É, portanto, inaceitável que, em uma nação que está na lista dos países mais ricos do mundo, as pessoas continuem tendo suas vidas ceifadas por não terem o que comer.
Assim sendo, é preciso atenuar a questão da ausência de alimentos no país. Para isso, é necessário que o Governo (responsável por resolver os problemas que atentem contra integridade e o bem-estar social) reduza as desigualdades no acesso aos alimentos, por meio da diminuição dos preços desses e distribuição gratuita de comidas para pessoas mais pobres, na finalidade de conter a fome no país.