Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 12/11/2020

“Ó Pátria amada. Idolatrada. Salve! Salve!”. Esses são apenas alguns dos versos do nosso “Hino nacional” que enaltecem o amor à pátria. Porém, ao se tratar do menosprezo perante a fome e desigualdade social no século XXI , o que se vê são cenas de desrespeito. Dessa forma, vê-se que esse cenário, motivado por uma negligência Estatal e uma falta de atitude social, representa uma adversidade persistente na narrativa brasileira.

Em primeira análise, vale salientar a Constituição Federal de 1988, promulgada com base nos Direitos Humanos, que prevê como garantia fundamental o direito ao bem-estar, inclusive a alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis. Não obstante, o poder Estatal, pela falta de políticas públicas, agride a lei positivada. Isso se deve ao fato do Ministério dos Direitos Humanos não fiscalizar a segurança e bem-estar dessas pessoas, como a presença de direitos sociais, além de não cooperar para decrescer o cenário de precarização no Brasil, como o alto índice de fome.

Outrossim, é relevante citar a frase de Baudrillard: “a mídia não é mais somente a ‘representação’ do mundo, mas ela define o que realmente é o mundo em que vivemos”. Em vista disso, é importante citar que a problemática social e política é representada escassamente, e uma vez que essa grande produtora de ideologia não está expondo tal imbróglio, o Brasil não mostra-se ciente dele e, consequentemente, não o resolve. Isto não somente reforça a precarização, como também contribui para seu o aumento, visto que boa parte da sociedade vive com a idealização de que a fome e desigualdade estão sendo combatidas ativa e eficazmente. Logo, vemos a importância do Estado e do povo exigirem da mídia maior exposição, e, em sequência, a maior compreensão geral desse problema.

Portanto, partindo dos argumentos supracitados, são necessárias medidas para maior conhecimento da sociedade sobre o assunto e amenizar a fome e as desigualdades sociais no século XXI. Para isso, o Ministério dos Direitos Humanos deve inspecionar, utilizando pesquisas realizadas em ambientes públicos, por meio de verbas da União, o bem-estar das pessoas. Além disso, é necessário que a sociedade em conjunto com esse mesmo Ministério exijam mais representação do contexto atual dessas problemáticas, para não somente conscientizar, mas também reduzir a ideologia romantizada da igualdade falsamente estabelecida. Desse modo, a fome e a desigualdade social no século XXI será solucionada.