Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 08/11/2020
Origens das desigualdades sociais
No ano de 2012, a conferência do “Rio mais 20” transformou a erradicação da fome em seus objetivos de desenvolvimento sustentáveis, de tal forma a atingir a fome zero. No entanto, a fome e a desigualdade social presentes no século 21 ainda não são fáceis de ser erradicadas, uma vez que requerem esforços de inúmeras linhas diferentes. Desta forma, as principais causas da pobreza estão entre: intabilidades políticas, concentração de renda, além de desperdício de alimentos. Ao mesmo tempo, atingem milhões de indivíduos e geram com a fome sérias consequências.sociais.
Primeiramente, a fome não pode ser entendida de forma isolada, ela é resultado de vários fatores, como por exemplo, a instabilidade política dos Estados, que geram a má distribuição de recursos à população. Entrando na ficção, o filme “o poço” faz uma alusão a situação da desigualdade na distribuição de alimentos. Ademais, a falta de consciência da população, que tem acesso ao alimento, gera o desperdício que acentuam ainda mais o problema da desigualdade, pois, segundo dados da ONU: “a América Latina desperdiça, em média, 127 milhões de toneladas de alimentos a cada ano”. Não apenas, além de acentuar a desigualdade, gera impacto ambiental, pois, as perdas de insumos na preparação desses alimentos emitiem ainda mais gases do efeito estufa.
Em suma, todos esses fatores unidos, geram potencial de educação reduzido, danos à saúde e a instabilidade política. Tal qual, vão para o campo social e tornam ainda mais difícil esforços dos Estados para diminuírem a pobreza. Bem como, a tendência de uma sociedade em estado de indigência é transmitir essa situação às próximas gerações, que darão continuidade ao ciclo da pobreza no mundo. Além de que, um psicológico afetado por desnutrição diminui o desempenho e a presença escolar, de forma que a fome, a pobreza e a falta de oportunidades caminham sempre juntas, e tendem a não serem resolvidas, de modo a se acentuar em países pobres e em desenvolvimento.
Em síntese, a fome e a desigualdade são mais do que uma questão de saúde pública, as suas causas estão na estrutura social desigual. Portanto, conclui-se que é necessário a reforma do sistema tributário, por meio do Ministério da Economia, que beneficiará as camadas mais pobres e trarão instabilidade política, além reformular antigas iniciativas de combate a fome. Além de que, por meio de programas sociais, através do Ministério da Agricultura, sejam criados campanhas contra o desperdício de alimentos e também através disso, uma base econômica para populações vulneráveis, através da oferta de empregos para pessas de baixa ou nenhuma renda. Dessa forma, é esperado uma maior igualdade na renda da população, além de menos desperdício de alimentos.