Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 12/11/2020
A história é cíclica, e ao se olha o passado, percebe-se que desde o período Neolítico, com a chegada do ser humano ao mundo, a fome, a miséria e desigualdade social vem assombrando grande parte do mundo, e está acontecendo de tempos em tempos.
Primeiramente, vale ressaltar que com a chegada de maquinas em fabricas e lavouras, muitas pessoas estão desempregadas, e com isso aumenta a dificuldade de conseguir empregos, gerando um grande aumento da pobreza, e causando a fome e a miséria em grande parte da população. Segundo a constituição Federal de 1988 no seu artigo 196, ´´é dever do estado garantir o acesso á saúde, como é responsável pelas medidas publicas para zelar pelo bem-estar físico de todos os cidadãos brasileiros´´. Embora o Brasil tenha saído do mapa da fome em 2014 o índice de fome ainda são notórios. Em 2017 havia cerca de 5,2 milhões de brasileiros passando fome.
Segundo o filosofo, Geoge Santayana, aquele que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-los, analisando esse pensamento se não mudarmos o presente estamos fadados regredir ao passado. Embora a desigualdade social no Brasil tenha decaído ao longo dos anos, ainda se mantém em alta, colocando o Brasil na oitava colocação, a falta de empregos é um dos principais problemas e os efeitos disso são: miséria, da favelização e da fome, é inadmissível que essa parcela da população não desfrute do bem-estar social.
Portanto, medidas são necessárias para conter o impasse. O governo, a curto prazo, deve investir em ações comunitárias visando a alimentação de pessoas que vivem na extrema pobreza, por meio de campanhas e eventos beneficentes. Já a longo prazo, cabe também ao Governo – fazendo jus às campanhas eleitorais – aumentar a oferta de emprego no país, promovendo um maior desenvolvimento econômico, além de ser o pontapé inicial para tirar várias famílias do gráfico da extrema pobreza.